PALAVRA DO ECONOMISTA

Agenda Econômica – 17/12 à 21/12

Principais Eventos e Indicadores

Veja aqui os eventos da próxima semana

Próxima Semana

Na próxima semana teremos indicadores domésticos importantes. Relacionado à atividade o destaque certamente fica para o IBC-br de outubro. Nossa projeção para o indicador é de crescimento de 0,06% na comparação com o mês anterior de 2,96% na variação contra o mesmo período do ano anterior. Tal valor se baseia nos dados correspondentes de atividade que indicaram uma estabilidade da indústria, leva queda no varejo e um crescimento de serviços.

Relacionado à inflação teremos a divulgação do IPCA-15 (sexta-feira) de dezembro, nossa projeção é de deflação de 0,03%, pois como visto em indicadores correlatos como o IGP-10 e o IPCA do mês anterior, tem havido forte deflação nas agremiações relacionadas a transporte e habitação. No IPCA-15 de dezembro que será divulgado, acreditamos que estes efeitos também sejam sentidos, porém, em relação a energia elétrica deverá ocorrer menor intensidade, isto por que houve redução de somente um nível da bandeira tarifária frente a redução de dois níveis em novembro.

Por fim serão conhecidos os dados de fiscal como a Arrecadação Federal (quinta-feira) e Dívida Pública Federal (sexta-feira).

No exterior a agenda também é forte e terá como destaque a publicação na quarta-feira da decisão de política monetária do Fed, cuja expectativa de mercado é de aumento da taxa de juros de 2,25% para 2,50%.

Outro ponto de destaque serão os dados de inflação tanto para a zona do euro (segunda-feira) quanto dos Estados Unidos (sexta-feira).

Semana Anterior

Nesta semana os destaques da agenda econômica foram dois, a decisão de política monetária e a publicação da pesquisa mensal do comércio.

A decisão do Copom foi, conforme esperado por nós e pelo mercado, de manutenção da taxa de juros em 6,50% a.a. A novidade, em linha com a nossa expectativa, foi a retirada do trecho onde o Comitê especulava as condicionalidades para retirada gradual dos estímulos monetários. Além disso também houve revisão baixista da inflação projetada e explicitação da melhor avaliação do Banco Central sobre o balanço de riscos. Em linha com a comunicação do BCB, com o comportamento benigno da inflação corrente, com nossas projeções para a inflação e atividade econômica revisamos nossa expectativa de alta de taxa de juros para somente o primeiro trimestre de 2020 com altas graduais até 8%. Anteriormente esperávamos que o ciclo de alta de juros se iniciaria no último trimestre de 2019.

Já a PMC mostrou retração na margem de 0,4% nos segmentos do varejo restrito e de 0,2% no varejo ampliado. Na comparação com 2017 ambas as categorias apresentam alta de 2,0% e de 6,3%, respectivamente. No entanto o destaque foi para a queda de 2,5% do comércio de móveis e eletrodomésticos.

 

Rafael G. Cardoso, economista-chefe
rafael.cardoso@bancodaycoval.com.br

Antônio Castro
antonio.castro@bancodaycoval.com.br

Privacy Settings
We use cookies to enhance your experience while using our website. If you are using our Services via a browser you can restrict, block or remove cookies through your web browser settings. We also use content and scripts from third parties that may use tracking technologies. You can selectively provide your consent below to allow such third party embeds. For complete information about the cookies we use, data we collect and how we process them, please check our Privacy Policy
Youtube
Consent to display content from Youtube
Vimeo
Consent to display content from Vimeo
Google Maps
Consent to display content from Google
Spotify
Consent to display content from Spotify
Sound Cloud
Consent to display content from Sound