PALAVRA DO ECONOMISTA

Agenda Econômica – 14/01 à 18/01

Principais Eventos e Indicadores

Veja aqui os eventos da próxima semana

Próxima semana

Na próxima semana a agenda será carregada e os principais destaques ficarão à cargo dos indicadores relacionados a atividade econômica doméstica.

Na terça-feira teremos a publicação das Vendas no Varejo e Vendas no Varejo Ampliado referente a novembro. A expectativa de mercado é de crescimento marginal de 1,0% e 0,7% respectivamente. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a expectativa é de crescimento de 2,3% e 4,4%.
Na quarta, o destaque será o Pesquisa Mensal de Serviços cuja expectativa é de crescimento de 0,9% em novembro ante novembro de 2017.

Por fim na quinta-feira teremos o principal proxy do PIB, o IBC-Br divulgado pelo BCB. Nossa projeção para a publicação correspondente a novembro de 2018 é de crescimento marginal de 0,30% ante outubro e de 1,95% contra o mesmo período do ano anterior.

No exterior os destaques serão as divulgações do Livro Bege nos Estados Unidos, que ocorrerá na quarta-feira e a Produção Industrial da Zona do Euro na segunda-feira e a Inflação na quinta.

Semana Anterior

Nesta semana, o IBGE divulgou a produção industrial de novembro e o IPCA de dezembro. A produção industrial veio pouco abaixo do esperado, mas o destaque é a perda de dinamismo de setores mais atrelados a decisões de longo prazo como a produção de bens de capital e de bens duráveis. Neste sentido, este e outros dados recentes de atividade econômica dão viés de baixa para nossa projeção de 0,5% para o crescimento do PIB do 4T18 e, portanto, para nossa expectativa de 1,3% para o crescimento de 2018. Já para 2019 projetamos crescimento de 2,5%.

O IPCA de dezembro foi pouco acima do esperado, entretanto não altera o cenário inflacionário benigno. A variação na margem foi de 0,15%, frente nossa expectativa de 0,09%, e o acumulado em 12 meses (fechado de 2018) ficou em 3,75%.  De forma geral, tanto no número cheio quanto métricas com viés mais qualitativo, houve acerta aceleração na margem, entretanto medidas de prazos mais longos (acumulado em 12 meses e médias de 3 meses dessazonalizadas e anualizadas) continuaram com comportamento bastante benigno. Para os próximos meses, esperamos continuidade do cenário de inflação relativamente baixa (projetamos 0,42% e 0,44% para janeiro e fevereiro, respectivamente) e que o IPCA em 2019 fique em 3,9%, abaixo do centro da meta (4,25%). Neste sentido, dada a inflação corrente controlada e as expectativas ancoradas, esperamos que o Banco Central mantenha a taxa de juros em 6,5% até o primeiro trimestre de 2020.

 

Rafael G. Cardoso, economista-chefe
rafael.cardoso@bancodaycoval.com.br

Antônio Castro
antonio.castro@bancodaycoval.com.br

 

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