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Quero começar a investir. Qual é o meu ponto de partida?

Saiba como se preparar para começar a investir com pouco dinheiro e garantir uma reserva financeira para sonhos e imprevistos.

Ter um colchão financeiro para garantir tranquilidade no curto prazo é mais que um sonho, mas uma necessidade para qualquer pessoa, principalmente em momentos de incertezas como o que vivemos hoje. Por isso, aprender e começar a investir é essencial, independentemente da sua idade ou perfil.

Entretanto, engana-se quem pensa que as aplicações são complexas e tarefas difíceis de se cumprir. Para provar isso, mostraremos como você pode dar os primeiros passos sem complicações. Confira a seguir:

 

Criando um planejamento financeiro

A etapa inicial para começar a investir é ter um controle financeiro e definir os seus sonhos.
Primeiro, porque sem conhecer os ganhos e gastos mensais, é impossível descobrir em quais áreas você está extrapolando, ou mesmo fazer com que sobre a quantia necessária para alcançar as suas metas e objetivos.

Em segundo lugar, porque a criação de reservas deve ter uma razão concreta, tanto para se manter motivado quanto para realizar as melhores decisões. E isso vale não só para formar o colchão financeiro, mas também para comprar um carro ou para fazer uma viagem sem se atolar em dívidas.

 

Conhecendo o seu perfil

Superada essa etapa, é chegada a hora de conhecer o seu perfil e quais são as opções mais adequadas. Em geral, os investidores são divididos em três grupos: conservadores, moderados e arrojados.

Os conservadores são aqueles que procuram segurança acima de tudo, mesmo que percam boas oportunidades de ganhos. Já os moderados também querem segurança, mas estão dispostos a correr alguns riscos para aumentar o patrimônio. E, por fim, os arrojados colocam a rentabilidade no topo das prioridades, o que significa se arriscar mais em troca de retornos superiores num menor espaço de tempo.

Quando falamos em investimento para iniciantes, no entanto, as recomendações costumam ser as mesmas dadas aos conservadores: os ativos e fundos em renda fixa.

 

As vantagens da renda fixa

Em resumo, esta trata-se de uma categoria de aplicação em que os poupadores conhecem os retornos assim que a contratam.

Por exemplo: quando alguém compra um título do Tesouro Direto com rentabilidade fixada na taxa básica de juros, a Selic, os ganhos terão como base as variações do indicador financeiro no período em que o dinheiro ficar parado. Isso dá segurança aos ativos e fundos, porque há uma maior previsibilidade de lucros.

Outro ponto favorável é o fato de muitos desses ativos, como os Certificados de Depósito Bancário (CDB) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), contarem com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Em caso de quebra da instituição financeira, o órgão devolve até R$ 250 mil por instituição e CPF, ou um teto de até R$ 1 milhão por CPF.

Entre as opções de renda fixa mais conhecidas está a poupança. Mas, como a sua remuneração corresponde no cenário atual a 70% da Selic – hoje em 6,5% –, a caderneta perde espaço para outros investimentos com as mesmas proteções e ganhos muito melhores.

Vejamos três deles:

 

CDB

Sigla para Certificados de Depósito Bancário, os CDBs funcionam como um “aluguel” do seu dinheiro aos bancos, que o utilizam como instrumento para captar recursos.

Quando se adquire um desses títulos, você tem direito a receber, dentro de um prazo determinado, o montante aplicado acrescido de juros, que podem acompanhar o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) – índice muito próximo da taxa básica – ou serem determinados na hora da compra e sem sofrer as oscilações da Selic – ou seja, com ganhos prefixados.

Mesmo com a incidência do Imposto de Renda sobre os lucros, que vai de 22,5% – seis meses – a 15% – dois anos –, os CDBs costumam ter uma remuneração melhor que a poupança.

 

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) ou do Agronegócio (LCA) são títulos usados para financiar os dois setores. Ao captar os recursos, as instituições financeiras devem disponibilizá-los para linhas de crédito imobiliário ou do agronegócio.

Assim como os CDBs, o aplicador aluga o dinheiro e recebe em troca o montante mais uma remuneração definida, que pode ser pós-fixada – fundamentada em um indicador financeiro, geralmente o CDI – ou prefixada. A vantagem, porém, é que há isenção do IR, o que potencializa os ganhos.

Mas, fique atento: tanto as letras de crédito quanto os certificados costumam ter prazos de carência, ao contrário da caderneta, o que exige um maior planejamento financeiro.

 

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Pronto para começar a investir?

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre algumas das opções mais vantajosas que a poupança – e com a mesma segurança –, que tal avaliar qual delas é a ideal para você começar a investir? Acesse o nosso simulador gratuito e veja quanto você está deixando de ganhar.

 

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