Como investir em moedas estrangeiras: opções, riscos e dicas práticas

Tempo de leitura: 13 minutos
Mesa de escritório com dados financeiros e diversas moedas e notas, representando como investir em moeda estrangeira.

Para ter bons resultados em investimentos, um bom caminho é diversificar a carteira. E uma estratégia eficiente para isso é investir em moeda estrangeira, como o dólar ou euro, por exemplo.

Com isso, a sua carteira de investimentos pode sofrer menos impactos com as flutuações da economia brasileira e assim podendo ampliar as possibilidades de diversificação e exposição a mercados internacionais. 

Porém, para começar a investir em moedas estrangeiras, é preciso se preparar para lidar com os possíveis riscos e, assim, minimizá-los e não ter prejuízos.

Neste guia completo, você conhecerá sobre os investimentos em moedas estrangeiras, como investir e dicas para ter sucesso. Boa leitura!

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O que é investimento em moeda estrangeira?

Investimento em moeda estrangeira é investir em ativos vinculados a moedas estrangeiras (dólar, euro e outras opções), o que permite a exploração de oportunidades de ganhos tanto na variação cambial do ativo quanto na cotação da moeda.

Nesse tipo de investimento, o investidor pode correr alguns riscos, como o de perder o recurso investido caso a moeda estrangeira se desvalorize.

O mercado de moedas estrangeiras opera em dois segmentos: primário e secundário. O mercado primário lida com a entrada e saída de moedas estrangeiras no país, envolvendo operações de exportação, importação e movimentações institucionais.

O secundário lida com as trocas de moedas estrangeiras entre os bancos e instituições financeiras no território nacional.

Além do que chamamos de papel-moeda, existem diversas opções de investimento, como fundos cambiais, fundos multimercado, ETFs, BRDs, Forex, ações da bolsa e derivativos.

Por que investir em moeda estrangeira?

Existem alguns fatores importantes que podem levar os investidores a desejarem ter investimentos em moedas estrangeiras, como a diversificação da carteira e proteção dos recursos.

Vamos ver sobre cada um a seguir!

Diversificação de investimentos

O primeiro ponto muito importante é a diversificação que os investimentos em moeda estrangeira podem oferecer.

Com investimentos em dólar ou euro, você terá outras alternativas de investimento, que podem proporcionar ganhos em diferentes cenários econômicos e garantir que você continue com bons investimentos que dão resultados.

Proteção contra a desvalorização do real

Outro ponto que faz o investimento em moeda estrangeira ser vantajoso é a proteção contra a desvalorização do real.

Além de poder aumentar os ganhos da sua carteira, investir em moedas estrangeiras, como o dólar ou euro, pode reduzir alguns riscos provenientes da estabilidade da economia brasileira.

Ainda sobre o aspecto proteção, moedas estrangeiras também são excelentes formas de proteção contra a inflação, já que se a nossa moeda perde o poder de compra, é possível que a moeda estrangeira ganhe valor em relação a nossa.

Quais os riscos de investir em moeda estrangeira?

Pessoa analisando sobre investir em moeda estrangeira

Assim como todos os investimentos, existem riscos de investir em moeda estrangeira. A variação cambial e os riscos políticos e econômicos do país podem afetar o seu investimento.

Veja detalhes sobre cada um a seguir.

Variação cambial

Conforme o comportamento do real, os investimentos em moeda estrangeira podem incluir os riscos de variação cambial, que podem gerar prejuízos conforme o comportamento do real.

Além disso, os investimentos em alguns ativos, como ações e fundos, também irão apresentar riscos de mercado e liquidez.

Os riscos de mercado envolvem oscilações devido a fatores econômicos globais e oferta e demanda.

Os de liquidez referem-se à facilidade de converter um investimento em dinheiro, apresentando dificuldades de resgate em prazos específicos ou em mercados com baixa demanda.

Isso pode levar a alguns investidores a necessidade de vender ativos a preços mais baixos e potencialmente gerar alguns prejuízos.

Riscos políticos e econômicos

O cenário político e econômico do país de investimento pode afetar o ativo, uma vez que as cotações da moeda são muito sensíveis ao que está acontecendo no país.

Com isso, a moeda pode sofrer grandes oscilações em um mesmo dia e geralmente, as cotações das moedas refletem a quantidade de dólares que estão entrando e saindo do país no mesmo dia, por exemplo.

E todo esse fluxo sofre influências do cenário político e econômico e está sujeito a diversas variáveis, bem como as projeções para inflação, receios em relação à política fiscal e outras.

Quais as opções para investir em moeda estrangeira?

Para investir em moedas estrangeiras, existem diversas opções disponíveis no mercado financeiro, que você pode escolher a que melhor se encaixar em seu perfil.

Veja detalhes de cada uma delas a seguir!

Fundos cambiais

Os fundos cambiais são considerados uma boa opção para diversificar o patrimônio em ativos internacionais. Esses investimentos estão cada vez mais acessíveis, com ofertas de opções que exigem baixos aportes de capital.

Para que um investimento seja considerado um fundo cambial, deve manter no mínimo 80% dos recursos investidos em ativos relacionados às moedas estrangeiras. O mais comum é que esses fundos estejam relacionados às moedas fortes mais conhecidas, como o dólar.

Esse tipo de fundo é bastante vantajoso, mas é necessário verificar a composição do fundo para entender a proporção de ativos ligados à moeda estrangeira e os riscos associados.

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ETFs (Exchange Traded Funds)

Uma segunda opção para investir em ativos internacionais, sem abrir uma conta no exterior, são os Exchange Traded Funds, ou ETFs.

Esse investimento funciona replicando determinados índices ou ativos financeiros do mercado. Na bolsa brasileira, é possível encontrar ETFs que acompanham o S&P 500 ou índices relacionados a outras economias, como os MSCI, que fazem parte dos países europeus mais desenvolvidos, mercados emergentes e outros.

Além disso, é possível acessar determinados setores da economia global com ETFs, como tecnologia, saúde, financeiro, industrial, materiais básicos, entre outros.

Ações listadas em bolsas estrangeiras

Essa pode ser uma excelente estratégia para a diversificação do seu portfólio de investimentos. Além disso, você pode investir em empresas globais com ações na Apple, Amazon e outras, por exemplo.

Para investir em ações de bolsas estrangeiras, você precisa ter uma conta em uma instituição ou banco internacional, ou apenas usar plataformas de investimentos com parcerias com instituições estrangeiras para a compra direta de ações no exterior.

É interessante verificar as taxas de custódia, conversão de moeda e corretagem antes de começar a investir.

BDRs (Brazilian Depositary Receipts)

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são opções de investimento em moeda estrangeira e são certificados de ações negociados na B3, o que torna o processo mais simples e não abre mão da diversificação internacional.

Quem adquire um BDR não está investindo diretamente em ações das empresas, mas sim em títulos que as representam. Por isso, essas ações permanecem no exterior em uma instituição financeira custodiante e dão lastro a esses recibos no Brasil.

Existem cerca de 800 BDRs listados na B3, que vão desde as empresas mundiais mais conhecidas (Apple e Amazon, por exemplo) até as empresas de mercados emergentes e que atuam na nova economia.

Mas para investir em BDR, é preciso conhecer bem a empresa que irá comprar títulos, pois todo o risco do investimento está concentrado nelas.

Fundos de investimento com exposição internacional

Os fundos de investimento com exposição internacional são diferentes dos fundos cambiais. Enquanto os fundos cambiais têm como objetivo principal acompanhar a variação de uma moeda estrangeira, os fundos com exposição internacional alocam em ativos de outros países, como ações, títulos e ETFs estrangeiros, podendo ter ou não proteção cambial embutida.

Antes de aplicar, o investidor deve analisar a política de investimento do fundo, o percentual de exposição ao exterior, os custos de administração e a estratégia do gestor. Um fundo que aloca 30% em ativos internacionais tem um perfil de risco associado muito diferente de outro que aloca 100%.

Esse tipo de produto é indicado para quem quer diversificação geográfica com gestão profissional, sem precisar abrir conta no exterior ou operar diretamente em bolsas estrangeiras.

Investimentos diretos no exterior

Investir diretamente no exterior significa comprar ações, ETFs, bonds ou outros ativos estrangeiros por meio de uma conta em plataforma ou corretora internacional. Essa alternativa oferece maior variedade de produtos e acesso direto a mercados como NYSE, Nasdaq e bolsas europeias.

A abertura de conta em corretora internacional envolve envio de recursos ao exterior via câmbio, com custos de conversão e spread. A responsabilidade operacional e tributária é maior: o investidor precisa acompanhar as regras de declaração de ativos no exterior, recolhimento de ganho de capital em DARF e eventuais obrigações fiscais no país de origem dos ativos.

É uma alternativa mais indicada para investidores com experiência e patrimônio já estruturado para diversificação global.

Títulos de renda fixa no exterior

Bonds soberanos e corporativos são títulos de dívida emitidos por governos e empresas estrangeiras. Eles funcionam de forma similar às debêntures e títulos públicos brasileiros, mas com remuneração em moeda estrangeira.

Para quem busca exposição internacional sem concentrar a estratégia exclusivamente em renda variável, os bonds oferecem uma alternativa com previsibilidade de retorno em dólar ou euro. A B3 também lista títulos soberanos internacionais como alternativa de diversificação, acessíveis sem a necessidade de conta no exterior.

O risco associado inclui a variação cambial, o risco de crédito do emissor e, no caso de títulos de longo prazo, o risco de mercado decorrente de variações nas taxas de juros internacionais.

Comprar dólar ou euro em espécie é investimento?

Comprar moeda estrangeira em espécie gera exposição cambial, mas não produz renda ou juros sobre o valor mantido. Se o dólar ou o euro se valorizarem frente ao real, o valor em reais aumenta. Se o real se fortalecer, o resultado pode ser negativo.

Além da ausência de rendimento, guardar moeda em espécie envolve custos de spread na compra e venda, risco de segurança física e ausência de cobertura do FGC. 

Para quem quer exposição cambial como estratégia financeira, fundos cambiais e ETFs tendem a ser alternativas mais eficientes. Comprar moeda em espécie faz mais sentido para quem tem gastos planejados no exterior do que como instrumento de investimento.

Forex é uma forma de investir em moeda estrangeira?

O Forex (Foreign Exchange Market) é o mercado global de negociação de moedas, onde traders especulam sobre a variação de pares cambiais como EUR/USD ou USD/BRL. Tecnicamente, é uma forma de operar com moedas estrangeiras, mas com características muito distintas de uma estratégia de diversificação de longo prazo.

As operações no Forex envolvem alta alavancagem, volatilidade elevada e custos frequentes de spread e overnight. O risco associado é significativamente maior do que em fundos cambiais ou ETFs, e a complexidade operacional exige conhecimento técnico avançado. Por essas razões, o Forex não deve ser apresentado como equivalente a uma estratégia de diversificação cambial para o investidor pessoa física com horizonte de longo prazo.

Investir em dólar, euro ou outras moedas: qual a melhor opção?

Cédulas de dinheiro estrangeiro simbolizando como investir em moeda estrangeira

As moedas que são o principal alvo dos que investem em moedas estrangeiras são o dólar e o euro, apesar de ser possível investir em outras moedas. Como as duas moedas são fortes no mundo inteiro, tudo irá depender do momento da economia.

As perspectivas de alta de juros nos EUA, por exemplo, acabaram, o que na linguagem do mercado, significa que o Fed (Federal Reserve, banco central americano), já tinham atingido a taxa terminal, sendo assim, o pico dos juros.

Com exemplo, é possível perceber que é sempre recomendável que você olhe para as perspectivas de juros para saber em qual moeda vale mais a pena aplicar os seus recursos.

Outros fatores que vale lembrar é que investir em dólar, euro ou qualquer outra moeda internacional é o mesmo que investir em renda variável. Sendo assim, você não terá garantia de retorno, como na renda fixa, de que a aplicação será bem sucedida.

No entanto, a diversificação geográfica dos investimentos é importante para proteger a sua carteira e o patrimônio contra as oscilações da economia nacional. Isso indica que você pode investir até mesmo em dólar e euro simultaneamente.

Dicas para investir em moeda estrangeira com segurança

Para garantir mais segurança e rentabilidade aos seus investimentos, a primeira dica é escolher uma moeda mais forte para começar a investir.

Com análise do mercado estrangeiro e as perspectivas de juros, você pode analisar qual moeda será melhor para proteger o seu dinheiro da desvalorização da inflação ou instabilidades econômicas.

A segunda dica é acompanhar as tendências do mercado internacional e conhecer bem os fundos de investimento que desejam investir, bem os seus veículos coletivos gerenciados por um gestor profissional, em que você participa adquirindo cotas, por exemplo.

A diversificação da carteira de investimentos também é uma dica que não poderia ficar de fora. Sabemos que diversificar o portfólio com outros investimentos é sempre útil e vantajoso para o investidor e minimiza os riscos que podem correr com perdas de recursos.

É importante também levar em consideração o perfil do investidor, para avaliar qual fundo em moeda estrangeira irá mais de encontro com o perfil e o objetivo de investimento.

Como escolher o investimento em moeda estrangeira de acordo com seu perfil?

A escolha do produto mais adequado depende do objetivo, do nível de complexidade que o investidor está disposto a assumir e da tolerância ao risco associado cambial. Não existe uma única opção certa para todos.

Para quem busca diversificação e praticidade

ETFs internacionais, BDRs e fundos com exposição ao exterior são as alternativas mais acessíveis para quem quer diversificação geográfica sem abrir conta fora do Brasil. 

Todos são negociados ou acessíveis pela B3 ou por plataformas nacionais, em reais, com liquidez conhecida e obrigações fiscais dentro do sistema brasileiro.

Para quem busca menor complexidade operacional

Produtos domésticos como fundos cambiais e ETFs internacionais simplificam a operação em comparação com a abertura de conta em corretoras internacionais. 

O investidor não precisa lidar com remessa de recursos ao exterior, conversão cambial direta ou declarações em moeda estrangeira, mantendo toda a gestão dentro do ambiente brasileiro.

Para quem aceita mais risco e quer investir diretamente no exterior

Ações, ETFs e títulos adquiridos diretamente em bolsas estrangeiras oferecem maior variedade de produtos e acesso a mercados que não têm representação na B3. 

O risco associado é maior: além da volatilidade dos ativos, há exposição cambial direta, custos de conversão, spread e obrigações fiscais específicas, como a declaração de ativos no exterior e o recolhimento de ganho de capital via DARF.

Para quem busca exposição cambial sem escolher empresas

Fundos cambiais são a alternativa mais direta para quem quer acompanhar a variação de uma moeda estrangeira sem selecionar ativos específicos. 

A gestão profissional cuida da alocação, e o investidor tem exposição cambial com liquidez diária em muitos casos. Comparar taxas de administração e histórico do fundo é o principal critério de seleção nessa categoria.

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Conclusão: vale a pena investir em moeda estrangeira?

Vale a pena investir em moeda estrangeira se você deseja rentabilizar os seus ganhos com investimentos e diversificar a sua carteira.

E além disso, vale a pena para quem deseja proteger os seus recursos da carteira da desvalorização do real e da inflação, que são riscos que todo investidor com ativos no Brasil pode correr.

A estabilidade de moedas estrangeiras, como o dólar, pode oferecer maior retorno financeiro, o que favorece os investidores que têm despesas fora do Brasil, como imóveis ou filhos estudando fora.

Investir em dólar é vantajoso, mesmo com as flutuações da moeda, uma vez que ela tende a ser mais estável que o real, tornando o investimento uma opção atrativa.

Gostou de saber sobre investimentos estrangeiros? Comece hoje mesmo a explorar essa alternativa. Bons investimentos!

Moedas estrangeiras simbolizando como investir em moeda estrangeira

FAQ – Perguntas frequentes sobre investimento em moeda estrangeira

Como posso investir em moeda estrangeira?

Investir em moeda estrangeira pode ser feito de várias maneiras: comprando a moeda fisicamente em casas de câmbio, abrindo contas em moeda estrangeira, aplicando em fundos cambiais, operando no mercado de Forex (Foreign Exchange Market), ou ainda por meio de ETFs (Exchange-Traded Funds) que acompanham índices de moedas.

Escolha a opção que melhor se encaixa com o seu perfil e seus objetivos de investimento.

Quais são os riscos de investir em moeda estrangeira?

O principal é o risco cambial, ou seja, a variação da taxa de câmbio que pode aumentar tanto seu lucro quanto seu prejuízo.

Outros riscos incluem a instabilidade política e econômica da região que pode afetar a moeda e a liquidez para conversão de volta para o real.

É preciso ter uma conta no exterior para investir em moeda estrangeira?

Não necessariamente. Existem formas de investir em moeda estrangeira sem precisar abrir uma conta no exterior, como por exemplo, através de fundos cambiais ou ETFs que são negociados no Brasil.

No entanto, se você quiser operar diretamente no mercado de Forex ou ter uma gama maior de opções de investimentos, pode ser interessante abrir uma conta em uma corretora estrangeira, uma vez que CVM (Comissão de Valores Mobiliários) não autoriza corretoras nacionais a oferecerem o mercado de Forex diretamente. 

Como o Imposto de Renda incide sobre o investimento em moeda estrangeira?

O ganho de capital em moeda estrangeira, quando convertido de volta para real, deve ser declarado no Imposto de Renda. Alíquotas de 15% a 22,5% podem ser aplicadas sobre os lucros, dependendo do valor e da duração do investimento.

É fundamental manter um bom registro de suas operações para uma declaração exata. Para operações de Forex, o processo pode ser um pouco mais complexo pela frequência das operações, por isso é recomendado consultar um especialista fiscal.

O que é Forex e como ele funciona?

Forex, ou mercado de câmbio, é o maior mercado financeiro do mundo onde moedas são negociadas ao redor do relógio. Traders especulam sobre a subida ou descida de uma moeda contra outra, buscando lucro nas variações cambiais.

O Forex é um mercado descentralizado e funciona predominantemente online. Devido à sua alta liquidez e volatilidade, é considerado avançado e recomendado para investidores mais experientes.

DISCLAIMER

Este material foi elaborado pelo Banco Daycoval S.A (“Daycoval”). As informações deste material são apenas informativas e não constituem solicitação, oferta ou recomendação de compra ou venda de ativos financeiros. Antes de qualquer decisão de investimento, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se o produto apresentado é indicado para o seu perfil de investidor. Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos produtos de investimento oferecidos, é utilizado a metodologia de adequação por produto, nos termos das Regras e Procedimentos do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira ou de qualquer mecanismo de seguro. Leia a lâmina de informações essenciais, se houver, e o regulamento do fundo antes de investir. O investimento em Fundos de Investimento não é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito – FGC. Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento negociados em bolsa que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Por se tratarem de investimentos em renda variável, estão sujeitos a riscos de mercado e podem apresentar oscilações no valor de suas cotas. Não há garantia de que o fundo acompanhará integralmente o desempenho do índice de referência, podendo ocorrer diferenças decorrentes de custos, despesas e condições de mercado. As cotas de ETFs são negociadas em mercado secundário e sua liquidez depende das condições de mercado e da existência de compradores e vendedores, podendo haver dificuldade de negociação em determinados momentos. Os investimentos internacionais envolvem riscos específicos, como variação cambial, mudanças regulatórias, instabilidade política e econômica em diferentes jurisdições, entre outros fatores que podem impactar o desempenho dos ativos. O investidor deve estar ciente de que os investimentos no exterior podem envolver custos adicionais, como taxas de conversão de moeda e tributação específica conforme a legislação vigente de cada país. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os clientes. O Banco Daycoval não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base neste material, nem por prejuízos decorrentes de seu uso. É recomendada a leitura cuidadosa da lâmina de informações essenciais e do regulamento do fundo de investimento pelo investidor antes de aplicar seus recursos.

A Ouvidoria do Banco Daycoval tem como objetivo atuar de forma independente e imparcial na mediação entre o Banco Daycoval, os clientes e os usuários de seus produtos e serviços e pode ser contatada por meio do telefone: Central de Atendimento 0800 777 0900 ou SAC 0800 775 0500 a disposição nos dias úteis, no horário das 9h às 18h.

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